quinta-feira, 20 de março de 2008

FASCINANTE SATÉLITE


Assim como o poeta, também gosto dela assim como ela é - Satélite. Porém, como negar o fascínio que este satélite sempre exerceu e ainda exerce? Uma geração vai e outra geração vem sobre a face da terra, mas a lua continua lá no alto, nos seus quartos observando, muda e gélida, os desamores da humanidade, pois como disse o escritor bíblico ela é a "fiel testemunha no céu".

A inocência de uma criança vê a lua crescente como o sorriso do céu.

A mais instigante de suas fases - a lua cheia - provoca tantos mitos! Seria a inspiração dos poetas, dos namorados? A mãe do lobsomem? Deusa dos índios? Bobagens! O que importa mesmo é que ela não gosta de brilhar sozinha, generosamente divide a luz que recebe do sol com a noite terrestre.

Satélite, mais do que o brilho da noite, tu és tão necessário para manter o equilíbrio de nosso planeta!

Oh, cândida lua! Mesmo não fatigada de mais-valia, eu gosto de ti assim: coisa linda e útil em si, - Satélite ... Fascinante Satélite.

5 comentários:

Jacinta Dantas disse...

Uaauuuuuu
que linda declaração de amor você faz à lua, menina. Amei.
E domingo, dia de páscoa, é lua cheia, alegria, tudo de bom.
E alguém já disse que nós mulheres, temos algo em comun com ela. Somos cheia de fases.
Beijão moça da lua
e boa páscoa.

Josely Bittencourt disse...

Ei moça da lua!

é mesmo, a lua com tanto a percorrer, multi sentidos, cheia de charme, haja poetas para tantas luas...

beijos

Opuntia disse...

Ei, meninas, Jacinta e Disguiser!
"Moça da lua"! Gostei disso. Agora,
toda vez q eu olhar a lua vou me lembrar de vcs. rs


Bjos iluminados!

Mésmero disse...

Lua à vista
brilhavas assim
sobre Auschwitz?

Leminski


A gente vai passar e ela estará no céu pros novos habitantes, mas ela merece...

Opuntia disse...

Mésmero,
Obrigada pela presença. Gostei da reflexão de Leminski. Com certeza a lua brilhava em Auschwitz, assistindo, muda e gélida, os desamores (ódio mesmo) da humanidade.